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Blog do Santarelli
 


Educação à Distância: reflexões desta nova realidade

Percebo claramente nos dias atuais a rápida expansão do sistema de educação a distância – o chamado EaD - que tem como missão o acesso ao ensino e ao conhecimento através de dispositivos e ferramentas cada vez mais presentes na vida das pessoas, caso da internet e suas aplicações que atravessam fronteiras. Esta quebra de paradigma, que se consolida a cada dia mais, tem a missão não só de propiciar conhecimento às populações localizadas longe dos grandes centros educacionais, impossibilitadas de frequentar os cursos presenciais, mas também aquelas que buscam um forma de conciliar a vida pessoal com a possibilitar de estudos e crescimento profissional.

O EaD tem a possibilidade de superar limitações de ordem geográfica, impor-se ao desafio de promover a inclusão educacional a segmentos sociais alijados do ensino presencial em função das dificuldades de compatibilização do tempo. Nesta realidade, a expressão a distância incorpora um sentido de mediação espaço-tempo, passando a se definir como o conceito de ensino mediado.

Dentro deste contexto, cresce cada vez mais a importância do papel das tecnologias de informação e comunicação (TICs), na medida em que tornam possível a efetiva mediação espaço-tempo das ações de ensino e aprendizagem, como propulsora dessa modalidade de ensino.  E na medida em que a expansão da EAD está acoplada ao uso das TICs, o modelo denota a questão do acesso em diferentes plataformas: o acesso dado pelos recursos tecnológicos; o acesso a dados e ao domínio das linguagens e conceitos tecnológicos; e o acesso dado pelo desenvolvimento de competências pedagógicas no âmbito de aprender online, através das interações nos ambientes virtuais de aprendizagem. Assim, o desempenho dos alunos em cursos a distância baseado nas TICs pressupõe distintos níveis de acesso, abrangendo infraestrutura tecnológica, alfabetização digital e o domínio de processos específicos da aprendizagem.

Para finalizar, eu acredito que a efetiva contribuição para o aprimoramento dos processos de ensino e aprendizagem tem levado a educação a distância a ser vista em todo seu potencial, como fonte de inovação e contribuição ao desenvolvimento humano.  Vejo a cada dia mais instituições de ensino aderirem à educação a distância, mais professores participando de projetos nessa modalidade, e, consequentemente, mais alunos se defrontam com o dilema e as diversidades da aprendizagem não presencial, que está fortalecida por diversas transformações socioculturais e tecnológicas, sinalizando uma grande alternativa ao esgotamento de modelos educativos inspirados em concepções de ensino e aprendizagem excessivamente dependentes da presença do professor. Certamente o surgimento de mais projetos educativos inovadores e a continuidade da quebra de paradigma quanto à modalidade de ensino representarão importantes contribuições pra o contínuo crescimento deste universo.



Escrito por Flavio Santarelli às 21h01
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Prêmio Anhanguera de Mérito Científico e Intelectual

Amigos, estou muito muito contente, pois meu trabalho de conclusão de curso da pós-graduação ficou entre os cinco melhores do Brasil no Prêmio Anhanguera de Mérito Científico e Intelectual no 5º Seminário de Produção Acadêmica da Anhanguera Educacional, na categoria Exatas Pós-graduação - Latu Senso, nível Brasil.

O título do meu trabalho foi: "Gerência de configurações e Mudanças: procesos de Engenharia de softwares na gestão de projetos" e falava sobre como a alguns processo da engenharia de software podem ajudar na gestão de projetos de softwares, auxiliando na qualidade, no tempo e no custo dos projetos.

Além do 4º lugar que fiquei, recebi uma menção honrosa e terei meu trabalho publicado na revista científica da instituição. Motivo de muito orgulho!!!

Para mim é um resultado muito significativo e o reconhecimento do esforço de um trabalho muito bem planejado e executado ao longo do meu período de estudos na Pós-graduação, sendo um estímulo para correr atrás de novos desafios e projetos de vida.

Quero externar a todos a minha felicidade e dizer que resultados assim só podem ocorrer através de muito trabalho!

Grande abraço.

 

Santarelli

 



Escrito por Flavio Santarelli às 17h50
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Boas vindas

Olá pessoal que visita meu blog, estou cá novamente dando boas vindas após mais um período distante.

Muito trabalho, mas minha pós terminou e agora com mais tempo para expor idéias e expandir conhecimentos.

O blog, além do habitual de dar dicas de gestão de projetos também trará dicas de tecnologia para os mais antenados.

É só ficar esperto.

Grande abraços e todos e boas vindas para todos nós.

Santarelli.



Escrito por Flavio Santarelli às 17h31
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Novo trabalho a vista

Salvem amigos!

Cá estou novamente me preparando para um novo trabalho, um novo projeto em mais um importante cliente da área de Telecom (Tim Brasil).

Mais uma vez empolgado e torcendo por sucesso de novo!

Desta vez eu vou atuar numa área de Troubleshooting (análise e correção de problemas), que é uma novidade pra mim também.

Muito trabalho em vista, muita coisa estou aprendendo no meu curso de MBA e quero continuar a contribuir no blog.

 

Grande abraço a todos!!!



Escrito por Flavio Santarelli às 13h21
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Iniciando um novo Projeto

 Bom dia amigos!

Hoje estou iniciando em mais um novo grande projeto para um grande cliente (Philips) aqui na empresa em que trabalho (Atos Origin).

Como sempre a expectativa de mais um bom trabalho é muito grande, pois a cada novo projeto novas experiências se somam; novos desafios; novas "surpresas" nos aguardam!!! Eu sinceramente adoro sentir este "friozinho" na barriga de um novo desafio pela frente.

Neste projeto eu estarei atuando mais como analista funcional e de requisitos, que pra mim é interessante pois é uma área que ainda atuei pouco em sistemas. Com certeza, virá a somar ao meu currículo, tanto tecnicamente, quanto à parte gerencial de projetos que eu tanto gosto!

Não tenho dúvidas que será mais um projeto muito bem executado, administrado e finalizado com sucesso!

Mais uma vez, boa sorte a mim e à todos os meus companheiros que farão parte deste grande projeto!

Abraços a todos!

 

Abraços a todos



Escrito por Flavio Santarelli às 10h27
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Elucidando 5W2H – Técnica para gestão da qualidade em projetos

O 5W2H é uma  ferramenta de mapeamento de atividades fácil de ser implementada e que traz grandes benefícios para os gestores de projetos no que diz respeito ao controle e qualidade de atividades.

Trata-se de um checklist de determinadas atividades que precisam ser desenvolvidas com o máximo de clareza pelos colaboradores. Funciona como um mapeamento destas atividades, onde ficará estabelecido o que será feito, quem fará o quê, em qual período de tempo, em qual área da empresa, o porquê desta atividade, como será feita e quanto custará à empresa.É uma ferramenta extremamente útil para as empresas, já que elimina por completo qualquer dúvida que possa surgir sobre um processo ou atividade.

O nome 5W2H foi definido por juntar as primeiras letras dos nomes em inglês das diretrizes utilizadas neste processo:

What – O que será feito (etapas)
Why – Por que será feito (justificativa)
Where – Onde será feito (local)
When – Quando será feito (tempo)
Who – Por quem será feito (responsabilidade)
How – Como será feito (método)
How much – Quanto custará fazer (custo)

Ao utilizar o 5W2H é necessário que você estabeleça antes uma estratégia de ação para identificação e proposição de soluções de determinados problemas que queira sanar. Para isso pode-se utilizar de brainstorm para se chegar a um ponto comum. É necessário também ter em conta alguns pontos básicos:

§  Ter certeza de estar implementando ações sobre as causas do problema, e não sobre seus efeitos;

§  Ter certeza que suas ações não tenham qualquer efeito colateral, ou se tiver, tomar ações para eliminá-los;

§  Propor diferentes soluções para os problemas analisados, certificando-se dos custos aplicados e da eficácia de tais soluções.

 

Ao planejar determinada atividade gerencial, você deve responder às 7 perguntas citadas acima com clareza e objetividade. Logo após, você deverá elaborar uma tabela explicativa sobre tudo o que foi planejado.

 



Escrito por Flavio Santarelli às 14h38
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Glossário de Termos - Gestão de Projetos

 Em Gestão de Projetos, assim como em outras especialidades, há centenas de termos e abreviaturas que formam a conhecida "sopa de letrinhas". Resolvi escrever aqui no blog uma lista com os principais e mais conhecidos termos e abreviaturas.

Benchmark: Designa uma prática ou um resultado que seja referencial de excelência.

Benchmarking: Atividade que compara processos, práticas, funções e resultados para identificar as oportunidades para melhoria da qualidade.

Brainstorming: Técnica utilizada para gerar idéias, que reúne um grupo de pessoas para terem idéias sobre um determinado assunto, situação, ou problema.

Caminho: Conj. de atividades conectadas seqüencialmente num diagrama de projeto.

CPM(Critical Path Method): É o caminho crítico do projeto, composto pela seqüência de atividades que definem a duração do projeto e, no diagrama de redes, determina o término mais cedo do projeto.

Caminho de rede: Qualquer série contínua de atividades conectadas em um diagrama de redes do projeto.

Ciclo de vida do projeto: Constitui-se na seqüência de fases que vão do início ao fim de um projeto.

Crashing: Alocar mais recursos nas atividades do Projeto, para que as tarefas sejam executadas mais rapidamente

Curva S: Representação gráfica dos custos, horas trabalhadas ou outras quantidades acumuladas, colocadas em função do tempo.

Deliverables: Pacotes de entregas do projeto.

Diagrama de Pareto: Histograma ordenado pela freqüência de ocorrência que mostra resultados quantitativos das causas identificadas.

Diagrama de precedência: Téc. de representação gráfica das atividades de um projeto, que são desenhadas como boxes (ou nós).

Diagrama de rede : Diagrama que mostra o inter-relacionamento entre as atividades do projeto por meio de caixas que compõem um todo organizado e são dispostas no formato de uma rede. Seu uso proporciona um simples entendimento ao evidenciar a interdependência entre as atividades de forma bem definida. O gráfico PERT é um diagrama de rede.

Dicionário WBS: O documento que descreve cada elemento da EAP.

Escopo: Delineia a abrangência de todo o trabalho a ser realizado pela equipe do projeto, mas apenas o trabalho necessário.

Escopo do produto: Desempenho esperado do produto do projeto, função a ser cumprida pelo produto.

Estimativa : O cálculo antecipado de resultados quantitativos, geralmente aplicados aos custos de duraçãode um projeto.

Estrutura Analítica do Projeto (EAP): Também chamado de WBS. Agrupamento dos elementos do projeto que organiza e define o escopo global do projeto. Cada nível inferior representa uma definição crescentemente detalhada de um componente do projeto. Os componentes do projeto podem ser produtos ou serviços.

Ex-Post:  medir e interpretar resultados ao final da execução de um projeto.

Fast tracking: Tornar paralelas atividades que haviam sido programadas para serem seqüenciais.

Folga: O período em que uma atividade pode ser atrasada sem atrasar as atividades sucessoras.

Gráfico de Gantt : Diagrama que utiliza barras horizontais, colocadas dentro de uma escala de tempo. O comprimento relativo das barras determina a duração da atividade, e as linhas conectando as barras individuais em um Diagrama de Gantt refletem as relações entre as atividades. 

Gráfico de PERT : Representação gráfica do relacionamento lógico entre as atividades do projeto, acompanhado de uma descrição sumária da abordagem do seqüenciamento. Cálculo probabilístico de duração de atividade a partir da média ponderada das três estimativas (duração otimista, pessimista e mais provável).

Inputs : Insumos; entradas. Conjunto de recursos e informações que são transformados por meio de processos em outputs (produtos ou serviços). Outputs de uma fase do projeto se transformam em inputs da fase seguinte.

Know how: Conhecimento de normas, métodos e procedimentos em atividades profissionais, especialmente as que exigem formação técnica ou científica. Habilidade adquirida pela experiência; saber prático.

Kick-off Meeting: Reunião inicial ou de lançamento do projeto.

Lateral Thinking (Pensamento Lateral): É o pensamento criativo para inovar em algo.

Mitigar : Ação que visa a reduzir a probabilidade do risco ocorrer.

: Um dos pontos de definição de uma rede; um ponto de junção conectado a alguma ou a todas as outras linhas de dependência.

Pacote de trabalho: Um produto, serviço ou componente de trabalho do projeto no nível mais baixo de cada ramo da Estrutura Analítica do Projeto.

PERT: Processo de estimativa de duração para atividades a partir de 3 cenários: mais provável (M), mais otimista (O) e mais pessimista (P), com aplicação da fórmula (O + 4M + P)/6.

Portifólio: Conjunto ou lista de Programas de projetos de uma empresa.

PMBOK(Project Management Body of Knowledge): conj. dos conhecimentos básicos sobre gestão de projetos, sistematizados pelo Project Management Institut(PMI).

PMO(Project Manager Office): Unidade organizacional onde se detém e domina a metodologia utilizada pela organização para gerenciar projetos. Ela assessora todos os projetos da organização na aplicação de métodos e técnicas de gerenciamento de projeto e estabelece e mantém um sistema de informação gerencial para os projetos.

PMP (Project Management Professional): Profissional em Gerenciamento de Projetos. Indivíduo que obteve o certificado mediante exame junto ao Project Management Institute (PMI).

Programa : Conjunto de Projetos gerenciados de forma coordenada.

Project Charter: É o documento formal de abertura do Projeto. (vide TAP)

Projeto : Um conjunto de atividades ou medidas planejadas para serem realizadas, com responsabilidade de execução definida, a fim de alcançar determinados objetivos e resultados mensuráveis.

Riscos : São eventos internos ou externos que podem comprometer a realização do projeto ou o alcance dos resultados pretendidos.

Sponsor: Patrocionador do Projeto.

Stakeholders: Todos os envolvidos ou interessados no projeto, que pode infliuenciar positiva ou negativamente a execução e término do projeto.

Stage gates ou Kill points:  Pontos de controle do Ciclo de vida do Projeto.

Scope Statement (ou, Declaração do Escopo(DE)): É o acordo entre a equipe de gestão do projeto e o cliente, identificando o que está incluso e o que não está incluso nos trabalhos ou produtos a serem desenvolvidos.

TAP (Termo de Abertura do Projeto): Também conhecido como Project Chart.

WBS (Work Breakdown Structure). Estrutura de Divisão do Trabalho (é a EAP).

Workshop : Oficina de Trabalho, Seminário ou Curso. Reunião geralmente conduzida por um moderador onde o propósito é produzir algo coletivamente.

Obviamente que há muito mais termos para se aprender, mas estes com certeza são os mais conhecidos!



Escrito por Flavio Santarelli às 15h11
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Coragem, candidatos!

O assunto é tão interessante que resolvi colocar no meu blog:

Na “Folha de S.Paulo”, de ontem. (fonte: blog do Juca Kfouri)

Coragem, candidatos!

Que aspirante à Presidência do Brasil anunciaria a desistência em fazer a Copa e a Olimpíada no país?

PRIMEIRO , foi São Paulo que submergiu sob as chuvas de verão.

Depois, o Rio, devastado pelas águas do outono.

A fragilidade de nossas duas principais cidades, e do seu entorno, ficou, mais uma vez, dolorosa e dramaticamente evidenciada.

Faz sentido investir em estádios para a Copa do Mundo?

Faz sentido investir em estádios e acomodações para a Olimpíada?

Sim, sabemos que não investir no supérfluo não garante o investimento no essencial.

E que já houve experiências lucrativas em países que receberam tanto um quanto outro evento.

Mas um país que permite, e estimula, o surgimento de favelas sobre lixões, e de bairros sobre pântanos, está apto a ser olímpico?

Teria José Serra a coragem de dizer que entre as suas prioridades não estão a Copa do Mundo e a Olimpíada e que desiste delas?

E Dilma Rousseff? Viria a público, mesmo que lamentando, para dizer que o país deve abrir mão dos dois eventos porque ainda não é a nossa hora de fazê-los?

Marina Silva seria a candidata a botar o dedo nessa ferida?

Ninguém nega a importância que eventos desse porte têm para um país emergente. Ninguém nega.

Mas e num país submergente? Dá para encarar?

Esqueça o refrão da corrupção, faça de conta que tudo será feito com lisura.

Ainda assim, depois de tudo que passou o eixo Rio-São Paulo, o mais rico e influente do Brasil, faz sentido Copa ou Olimpíada?

Desnecessário repetir que houve um terremoto no Chile e em seguida se fez a Copa do Mundo de 1962 no país andino.

Ou a mesma coisa em relação ao México, em 1986.

Porque, se catástrofes naturais são o que são, o fato é que não se pode comparar a magnitude do que houve lá com o que as chuvas, por fortíssimas que tenham sido, e foram mesmo, causaram por aqui.

Esperar que os céus nos poupem em 2014 e 2016 porque, afinal, as festas esportivas se darão em meses de estiagem, será confiar demais no destino.

Como confiaram os desgraçados do Morro do Bumba, no Rio de Janeiro, ou do Jardim Pantanal, em São Paulo.

A situação em que ficaram as piscinas do São Paulo Futebol Clube e o Maracanã e o Maracanãzinho deveria servir para convencer até os mais teimosos sobre a aventura em que estamos entrando e que ainda podemos evitar.
O que aconteceria com um candidato que anunciasse ao Brasil que, se eleito, abriria mão dos dois eventos e poria o dinheiro, por exemplo, na erradicação das favelas?

E no saneamento básico.

E na educação.

E na saúde.

Perderia votos? Ou ganharia?

Eis aí uma boa pergunta para as pesquisas que todos os candidatos fazem em seus comitês. Suspeito que o resultado venha a ser positivo.

Sim, você dirá que sou um sonhador ou um ingênuo, até porque vou ainda mais longe: afirmo que, mesmo que uma pesquisa revelasse perda de votos, ainda assim, um verdadeiro líder, destemidamente a favor do Brasil, bancaria a decisão.

E, então, alguém se habilita?

O meu voto, ao menos, ganharia.



Escrito por Flavio Santarelli às 11h31
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Certificações do PMI

Essa semana na minha primeira aula da Pós Graduação um amigo que estudou comigo na graduação me perguntou sobre uma certa certificação inicial do PMI, sem ser o PMP. Muito interessante essa pergunta pois realmente algumas certificações do PMI não são tão divulgadas ou tão conhecidas como o PMP.

Como o assunto é muito importante, resolvi colocar aqui todas as certificações emitidas pelo Project Manager Institute (PMI). Hoje, essa organização é a única que possui seu processo de certificação não só reconhecido em todo mundo, como também pela International Organization for Standardzation (ISO).

Atualmente o processo de certificação do PMI se enquadra em 5 categorias: CAPM, PMP, PgMP, PMI-SP e PMI–RMP.

CAPM (Certified Associate Project Management): É a mais baixa no nível hierárquico, mas não menos importante que as demais. Foi criada com o objetivo de viabilizar a certificação de membros de equipe e gerentes de projeto e até estudantes que estão iniciando nas carreiras de GP. Esta certificação tem como objetivo beneficiar profissionais de todas as áreas, pois demonstra o interesse no ganho de conhecimentos em processos e terminologias de gerenciamento de projeto.

PMP (Project Management Professional): É a mais conhecida e disputada; foi criada em 1984 e consiste na certificação da qualidade profissional individual e é reconhecida em todo o mundo, tanto no que diz respeito ao conhecimento quanto à experiência necessária ao bom desempenho da missão de gerenciar projetos.

PgMP (Program Management Professional): Consiste numa credencial que tem como objetivo reconhecer as qualificações dos profissionais que atuam no gerenciamento coordenado de múltiplos projetos, garantindo o sucesso de um programa. Objetiva beneficiar profissionais atuantes no gerenciamento de programas (conjunto de projetos), reconhecendo-os internacionalmente como profissionais com capacidade e experiência para tomar importantes decisões e traçar objetivos estratégicos.

Além dos 3 acima temos, em decorrência dos projetos terem se mostrado maiores, mais complexos e mais diversos globalmente, dois que sugerem que risco e cronograma sejam tratados como aspectos chave de um projeto:

PMI-SP (PMI Scheduling Professional): Recentemente lançada, a certificação foi criada com o objetivo de validar a experiência e conhecimento inerente à programação e elaboração de cronogramas de projeto.

PMI–RMP (PMI Professional Risk Management): Trata-se da mais nova credencial lançada pelo PMI com o objetivo de validar a experiência e expertise profissional na atividade de gerenciamento de riscos de projetos. Esta certificação comprova a capacitação em termos de habilidades e conhecimentos dos profissionais credenciados para atuarem em projetos críticos, através da identificação e mapeamento de riscos, definição de respostas (mitigando ameaças e capitalizando oportunidades) e comunicando os riscos.

Maiores informações sobre custos, exames, datas, etc; são obtidas no proprio site do PMI:

www.pmi.org



Escrito por Flavio Santarelli às 14h44
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Mais um projeto de vida....

 

 No último sábado comecei meu mais novo projeto de vida: a pós-graduação como MBA em Gerenciamento de Projetos.

 Estou muito muito feliz e a expectativa de fazer um bom curso é enorme! Quero me desenvolver mais como profissional e atingir metas que fazem parte do meu grande projeto de vida: que é vencer na vida e traçar uma carreira brilhante.

 Sei que o percurso ainda é longo e o caminho é difícil, e como em qualquer projeto, existem os riscos, os custos e os comprometimentos que fazemos ao cliente (que no caso sou eu), mas se aceitei o desáfio, quero mergulhar de cabeça e conquistar todos os objetivos.

 Próximos passos vem as certificações na área que eu também acho fundamental para quem quer traçar vôos mais altos!

 Enfim, vou pra cima, vou buscar minha vitória com muita luta e garra para alcançar ainda mais o sucesso profissional e crescer como ser-humano que não se limita às dificulades!

Grande abraço e sucesso à todos que também querem sua vitória!

 



Escrito por Flavio Santarelli às 13h15
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Paradigmas de Projetos.

 Eu penso, como são as coisas... 

Trabalho a 3 anos em uma multi-nacional de desenvolvimento de software e somos fornecedores de sistemas para uma das 3 maiores empresas de telefonia celular do Brasil e é óbvio que projetos entram e saem a todo momento, porém, o que me impressiona é que por mais que adquirimos experiência com lições aprendidas, por mais que nos esforçamos em não repetir os mesmo erros e por mais que nosso faro fica mais aguçado para alguns detalhes cruciais, sempre acabamos nos esbarrando em alguns "paradigmas" que acaba de alguma forma atrapalhando algumas coisas e faz com que no final sempre tenhamos que correr para não atrasar o projeto. Pior, as vezes acabamos por atrasar algum Projeto!

Compreendo que Paradigmas fazem parte do processo como um todo em qualquer área profissional, e que eles só existem para podermos quebrá-los e ultrapassar barreiras, mas muitas vezes, como atrapalham, é incrível!!!

 Queremos sempre encontrar um "mundo ideal" sem dificuldades, mas há de se saber que isso na prática não existe. Seria muito bom um projeto sem "burrocracias" que nos deixasse andar com mais facilidade e nos deixasse encontrar a forma ideal de concluí-lo sempre de forma tranquila, já que é sabido por todos que cada projeto tem sua forma, sua história e suas peculiaridades. Porém, a verdade é que temos sempre que seguir padrões, que nem sempre são os ideais, mas que, claro, nos permite seguir com segurança e uniformidade.

A grande verdade mesmo é que temos sempre que, ao nos depararmos com algum desses Paradigmas, tentar quebrá-los de forma tranquila e sensata, mostrando que para "aquele" projeto, esse será o melhor caminho para concluí-lo!

Nem sempre será possível, sei bem disso, mas não podemos desistir de tentar e provar que através de novos caminhos é possível alcançar o sucesso do Projeto!

Pense nisso...

 

 



Escrito por Flavio Santarelli às 10h50
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Os Stakeholders do Projeto

Olá Pessoal,

Hoje vou falar um pouco sobre os Stakeholders de um Projeto:

Os Stakeholders, ou os interessados no projeto, são todas aquelas pessoas ou empresas que estão ligadas ou têm interesse direto e que, de alguma forma, têm influência e importância(negativa ou positiva) no seu projeto.

O primordial, após definir e descobrir quem são seus Stakeholders, é conseguir saber quais são suas reais expectativas e gerenciar o que elas esperam do Projeto. Para isso, é interessante fazer um mapeamento específico de cada um, definir o seu nível de influência e avaliar sua importância para o sucesso do Projeto.

Isso são passos que devem ser dados para que você possa mitigar possíveis problemas provenientes dos Stakeholders e potencializar seus benefícios de maneira geral, facilitando de forma objetiva o gerenciamento de um projeto.

 

Grande abraço a todos.

 

Flávio Santarelli 



Escrito por Flavio Santarelli às 17h16
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De volta ao trabalho

 Olá Pessoal,

 Estou de volta após um longo tempo parado devido à alguns projetos pessoais que me afastaram um pouco do Blog. Continuando o meu foco principal agora que é o Gerenciamento de Projetos e suas peculiaridades.

 

Obrigado pelas visitas e fiquem a vontade!!!

 

Santarelli



Escrito por Flavio Santarelli às 16h47
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Gerenciamento de Projetos - 10 mandamentos

 

Pesquisando sobre Gerenciamento de Projetos, encontrei este material interessante na internet que resolvi postar no meu Blog para ilustrar o quão dificil é esta área do conhecimento.

10 mandamentos:

I – Estreitarás teus escopos. Nada é pior do que um projeto interminável. Ele pode sugar todos os recursos e esgotar até mesmo a equipe mais motivada. Para manter os projetos firmes e orientados, concentre seus maiores esforços em projetos menores, que tenham entregas (”deliverables“) alcançáveis e que possam cumprir seus prazos. A longo prazo, uma série de vitórias pequenas tem mais impacto sobre a organização do que uma gigantesca orquestra sinfônica que nunca chega a tocar.

II – Não tolerarás equipes inchadas. Uma boa maneira de começar com o pé direito é garantir que a equipe do projeto terá o tamanho certo. Equipes maiores são mais difíceis de motivar e administrar, e as personalidades podem ficar no meio do caminho, atrapalhando o trabalho. Não existe um tamanho ideal para a equipe, mas uma boa regra empírica é ter uma pessoa para cada papel e um papel para cada pessoa. Se alguns integrantes tiverem que desempenhar mais de um papel, tudo bem – se você for errar o dimensionamento, erre a favor de uma equipe menor.

III – Exigirás dedicação de todas as áreas envolvidas. Se a área de TI aceitar um prazo apertado, mas parte dos documentos de projeto precisar ser aprovado pelas demais áreas da organização, e elas não estiverem comprometidas da mesma forma, o projeto acaba virando uma gincana. Se as áreas de negócio aceitam um prazo apertado, mas dependem de um aplicativo a ser desenvolvido pela área de TI, que não está comprometida da mesma forma, o projeto também acaba virando uma gincana. O gerente de projeto deve se posicionar de forma a que todas as áreas diretamente envolvidas no sucesso do projeto estejam comprometidas, e disponíveis na medida da necessidade, desde o princípio.

IV – Estabelecerás um comitê para analisar o andamento. O comitê de acompanhamento, qualquer que seja seu título oficial, é o corpo diretivo do projeto. Ao mesmo tempo em que lida com questões relacionadas às políticas e estratégias da empresa, ele pode e deve remover as lombadas e obstáculos do caminho do projeto. Um arranjo típico envolve reuniões quinzenais das áreas de gerência intermediária envolvidas no projeto, para analisar seu andamento e verificar como se envolver das formas descritas acima.

V – Não consumirás tua equipe. O ‘burnout’, ou esgotamento físico e mental dos membros da equipe, causado pelo stress e esforço das atividades, não é incomum. Fique atento às necessidades das pessoas e evite este efeito que reduz a efetividade da equipe – não planeje de forma que o envolvimento das pessoas vá exigir sacrifícios incomuns e continuados. Em particular, evite o efeito do envolvimento serial: o popular efeito “sempre os mesmos” – pessoas que se destacam por resolver bem os problemas que recebem, e assim acabam sendo envolvidos em mais projetos do que seria racional, gerando stress para elas, e disputa de recursos para os projetos.

VI – Buscarás apoio externo quando necessário. Adotar consultores em gerenciamento de projetos é uma forma de prevenir o esgotamento. Além de aumentar as equipes, os especialistas externos muitas vezes podem trazer valiosas novas idéias, perspectivas e energias. É essencial trazer o profissional certo no momento certo: especialistas nos aspectos técnicos e de mercado não são a mesma coisa que especialistas em gerenciamento de projetos. Considere as características do projeto e da equipe antes de definir o tipo de apoio externo necessário.

VII – Darás poder às tuas equipes. Equipes de projeto que já estejam se esforçando para cumprir seus escopos e prazos não precisam ter preocupações adicionais com questões formais como o preenchimento de formulários de registro de atividades para seus departamentos, ou participação em reuniões periódicas de seu órgão de origem. Ao invés disso, eles devem ter o poder discricionário de dedicar-se às atividades essenciais e que agregam valor ao projeto, e a estrutura deve se esforçar para adaptar-se a estas condições. Mas é importante que os membros da equipe correspondam a esta confiança, saibam claramente o que se espera deles e de que forma devem usar sua iniciativa.

VIII – Usarás ferramentas de gerenciamento de projetos. Tarefas mundanas de gerenciamento de projetos podem ser automatizadas. Procure ferramentas que ofereçam acompanhamento do andamento, gerenciamento de tarefas, gerenciamento do fluxo de trabalho e análise de recursos, e que funcionam em uma plataforma de Intranet que promova o compartilhamento e a comunicação. Mas lembre-se de que usar tecnologias que acrescentem uma camada extra de complexidade a um projeto já desafiador por si pode não ser uma boa idéia.

IX – Reconhecerás o sucesso. Todos os participantes do projeto devem ser reconhecidos de forma positiva pelo esforço que praticaram. As recompensas não precisam ser extravagantes. É fundamental que a origem real do reconhecimento – seja a Presidência, a direção da filial regional, o principal patrocinador do projeto ou o seu gerente – fique clara para todos, e que se manifeste de forma tão individual e personalizada quanto possível.

X – Não tolerarás gambiarras. Políticas sólidas de gerenciamento de projetos devem eliminar antecipadamente a tentação de recorrer a alternativas rápidas e rasteiras, que só levam a erros, desperdício, retrabalho e frustração.

 

É isso!!!

 

Abcs a todos



Escrito por Flavio Santarelli às 15h52
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Carreira em Gestão de Projetos

 

Bom amigos, como estarei me especializando, fazendo um MBA de Gestão de Projetos nos próximos meses, a maioria dos meus tópicos agora estarão direcionados para a área de Projetos.

Apoveitando então o gancho, porque não falar um pouco sobre a carreira de Gestão de Projetos!?

Esta é uma área em bastante ascensão, como demonstram os inúmeros cursos, especializações, certificações, eventos e publicações na área que apareceram nos últimos anos. Sem dúvida hoje essa é uma carreira com grande reconhecimento, não só no Brasil, mais internacionalmente! Porém, para desfrutar dos bônus que esta área trás, não é muito fácil chegar lá. Tem de haver muita dedicação, estudo e, principalmente, muita prática aliada a outras "virtudes" profissionais!

É o caso do Ricardo Vargas, autor conhecido no âmbito da GP no Brasil, e um dos maiores especialista em planejamento, gestão e controle de projetos. Ele dá alguns conselhos dedicados a quem está começando sua carreira na área:

Para Ricardo, os pilares de uma carreira sólida na área são três: desenvolvimento profissional com experiência internacional (mesmo que seja participação em congressos e cursos) + certificação; relacionamento e networking; e a experiência, mesmo que começando por baixo – ele frisa que às vezes vale a pena até mesmo aceitar determinados projetos sem lucro financeiro para si, para adquirir a experiência e até para enriquecer o currículo.

Se ele tivesse que reiniciar sua carreira na área hoje, eis o que ele priorizaria:

  • Treinamento formal – MBA, especialização ou outra pós-graduação em Gerenciamento de Projetos, curso específico, curso de férias fora do país, ou o que estiver ao alcance.
  • Certificação: começaria por obter a qualificação necessária para poder buscar a certificação PMP, do PMI, que é o que o mercado conhece e pede. Deixaria outras certificações que servem como diferencial (PRINCE2 e outras) para um segundo momento, como foi de fato o caso da carreira dele.
  • Networking profissional: investiria muito no networking profissional, com um profile caprichado no LinkedIn, participando ativamente nos fóruns e listas de discussão, indo a congressos sem esquecer de trocar cartões e apertar mãos.
  • Idiomas: para ele, é fundamental aprender e dominar outro idioma, preferencialmente o inglês, que é básico. Outros idiomas são diferenciais.

Ele deu ainda uma dica: procurar entrar como voluntário em organizações voltadas ao gerenciamento de projetos, como o PMI, porque é uma grande oportunidade de agregar conhecimento, experiência e enriquecer o networking.

Considero que para quem está iniciando na área, estas dicas são valiosíssimas e vale a pena arriscar!

Grande abraço a todos!

Fonte: http://www.efetividade.net

 



Escrito por Flavio Santarelli às 16h46
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